POIZÉ

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ERA UMA VEZ, NA TERAPIA DE CASAL...

4/2/2010

 
Homens&mulheres, côncavas&convexos, possuídos fantasiosamente pela construção imaginária da totalidade.
 
Na mulher, algo misterioso que poderia ser revelado pela fala, que abolice a falta e reconstituísse uma pretensa idéia de totalização através do casal - a metáfora da outra metade da laranja para a completude; e é por isso também, que uma mãe fala incessantemente para um filho.
 
Para o homem, sempre um imaginário gesto de negação dos  limites: um deslize de "sei que não devo, mas mesmo assim..." com esse viés de analidade. Analidade, enorme fantasia masculina, que leva a um êxtase do pinto totipotente, o falo que pode tudo penetrar.
 
E o terapeuta de casal,  hein?!?? Que figura!! Vejam que ele é homem: contempla o desejo feminino desde que atenda ao do homem. Bem, o cartunista também é homem. Ah!... esses homens e suas maçonarias.

COMENTÁRIOS:(2)

  • 4/2/2010 19:38:15
    Nome:PIERRE
    Comentário:E valha-nos Adélia Prado (ela sabe das coisas):

    OBJETO DE AMAR

    De tal ordem é e tão precioso o que devo dizer-lhes que não posso guardá-lo sem que me oprima a sensação de um roubo: cu é lindo!

    Fazei o que puderdes com esta dádiva. Quanto a mim dou graças pelo que agora sei e, mais que perdôo, eu amo.

  • 5/2/2010 19:20:20
    Nome:EUGÊNIA
    Comentário:Maçonaria e analidades... No Exército a farda e a continência Na Igreja a batina e a penitência Eis as instituições puramente masculinas Parecem a sáuna das quintas

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